Blog Católico, para os Católicos

"Uma vez que, como todos os fiéis, são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, os leigos têm a OBRIGAÇÃO e o DIREITO, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente através deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que, sem ela, o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito" (S.S. o Papa Pio XII, Discurso de 20 de fevereiro de 1946: citado por João Paulo II, CL 9; cfr. Catecismo da Igreja Católica, n. 900).

quinta-feira, 8 de março de 2012

Quem são os verdadeiros Fautores das Modas Indecentes (Continuação)




O Grande Projeto da Maçonaria: Paganizar o Mundo

"Ah! Minhas senhoras, se vós soubésseis quem é que, por meio do vestuário, vos pretende escravizar, certamente não hesitaríeis um momento em revoltar-vos con­tra tão humi­lhante escravatura.

Pois eu vou dizer-vos. Será para vós talvez uma novidade, mas ficareis a saber uma ver­dade proveitosa. Ora, atendei:

O centro da moda, como não ignorais, é Paris. E as mais notá­veis cria­ções e inven­ções da moda sabeis onde são feitas? Em estabe­lecimentos per­tencentes a judeus e a ma­çons, ou por eles dirigidos.

Isto não é uma fantasia, é antes um fato autenticamente averiguado.

O escritor francês Eduardo Drumont, no seu livro La France Jui­ve, e outro escri­tor Lannoy, numa conferência há anos realizada em Pa­ris, de­monstram com fatos e do­cumentos irrefutáveis a influência deci­siva das sei­tas judaico-maçônicas nas modas femi­ninas.

E apontam também o fim que essas seitas têm em vista: é de paganizar a so­ciedade e de destruir o Cristianismo.

Para realizar esse plano verdadeiramente diabólico, as seitas escolhe­ram como princi­pal instrumento a mulher, por saberem a grande influência que ela exerce na sociedade e na família.

Mas não lhes servia qualquer mulher: Precisavam da mulher sem pudor, da mulher per­vertida nos sentimentos, da mulher corrompida no coração. E para isso, para melhor corrom­perem e perverterem a mulher serviram-se do vestuário.

E foram inteligentes, não há dúvida. Porque, na mulher, há uma gran­de bar­reira que a separa do mal: é o sentimento do pudor. E quem me­lhor guarda esse pudor é o vestido.

Conhecendo isso, que fizeram as seitas judaicas e maçônicas?

Apoderaram-se dos grandes centros da criação da moda e come­çaram a cortar os ves­tidos da mulher. À medida que cortavam o vestido, ia desapa­recendo o pudor, até que conse­guiram o que deseja­vam: a mulher pervertida e corrompida.

Nem admira que assim acontecesse, pois quando perde o sentimento do pu­dor, a mu­lher desce muito depressa toda a escada que a separa da la­ma.

E agora, minhas senhoras, estamos assistindo a este espetáculo degradante: uma onda de paganismo alastrou por toda a sociedade, e neste século de feminismo, em que a mulher pro­cura li­bertar-se da influência do homem, neste século em que a mulher aspira a ocupar os luga­res e empre­gos que ao homem são destinados, vemos afinal esta contradição flagrante e incom­preensível mi­lhões e milhões de mulheres escravas de um homem!

E de que homem?

Do modista judeu de Paris, do alfaiate maçom da Capital da França!!!

Minhas senhoras: isto não repugnará à vossa dignidade, não será uma vergonha para a deli­cadeza dos vossos sentimentos?

Ser escrava de um alfaiate, ser escrava de um judeu, ser escrava de um ma­çom!

Haverá alguma senhora digna que hesite um só momento em soltar o grito de re­volta contra esta escravidão tão humilhante?"(R. Pe. Ascânio Brandão, "O Matrimônio Católi­co", Vol. II, 2ª Part., Homilia 32ª, pp. 218-224, 2ª edição, Porto, 1944).

A moda imodesta é lançada por todos aqueles que têm a vida desgraçada, que alcan­çam o poder por meios injustos e são usados por Satanás, para lançarem modas que desvalori­zem as pessoas, modas estas que, levam as pessoas para o exibicionismo, a sedução e as vai­dades. São escravos do pecado.


A Grande Arquiteta da Corrupção Universal: A Maçonaria

No início do nosso século surge, na Alemanha, o 'nudismo', que em seguida se pro­paga por toda a parte juntamente com todas as outras manifestações da pornogra­fia. Em auxílio da filoso­fia nietzschiana e de suas derivações vieram, em 1928, as Lojas maçônicas, con­forme temos acenado: 'Para evitar qualquer oposição diziam os ma­çons é preciso progre­dir metodica­mente; comecemos por deixar nua a metade do braço; depois, a metade das pernas; depois, os bra­ços e as pernas inteiramente; em se­guida, as partes superiores do tó­rax; no verão a cri­ança irá a passeio quase nua, etc.'(Revista Inter­nacional das Sociedades Secretas, p. 1602, Maio de 1925).

Quem haveria de duvidar que tenham sido as ordens da Seita executadas ao pé da le­tra, inclusive pelas assim chamadas populações onde vigora o Cristianismo?

Propagou-se depois abertamente a doutrina do nudismo. 'Temos atrás de nós escre­via-se em 1930 um Cristianismo de dezenove séculos, habituado ao menosprezo da vida física e da felicidade. Por esse lado é difícil prever-se uma volta ao Culto Pa­gão da Carne, quando, em tor­no de nós, existe toda uma Tradição que pretende seja horripilante, imoral e vil o que diz res­peito a essa car­ne. Entretanto, é esse o fim prin­cipal a que se propõe o nudismo: ou a Humani­dade se entrega à sua prática ou perecerá. Deve-se, por­tanto, fazer voltar ao mundo o hábito da nudez. Nas cidades bal­neárias o nudismo deve ser coi­sa normal e o vestir-se, uma aberra­ção. O nudismo na vida, sob as formas a que acenamos, é uma renovação salutar para os ho­mens. E isso é muito; mas será também um renasci­mento in­telectual e moral. E quem se opõe ao nudismo declara-se con­tra a vida, con­tra o espírito e contra a Humanidade'(Vivre intégrale­ment, de 15 de Agosto de 1930).

'... O pecado da carne não é pecado, senão na concepção hi­pócrita do Tradicional e já antiquado Catolicismo'(Periódico "Mercúrio", por um professor romano)"(R. Pe. João Calábria, "Ins­taurare Omnia in Christo", Part. II, Cap. "A Renúncia às Obras de Satanás", pp. 70-72, Ed. Paulinas, 1965).


O Principal Apostolado da Maçonaria: a Corrupção dos Costumes

"O Liberalismo prático é um mundo completo de Máximas, Modas... É o mundo de Luzbel, disfarçado hoje em dia com aquele nome, e em radical oposição e luta contra a Socieda­de dos filhos de Deus, que é a Igreja de Jesus Cristo...

Primeira causa permanente do Liberalismo na sociedade atual: A Corrupção dos Costu­mes. A Maçonaria o tem decretado, e à risca se cumpre o seu programa infer­nal. Espetáculos, livros, quadros, costumes públicos e priva­dos, tudo se procura encher de indecência e imorali­dade; o resultado é fatal: de uma geração imoral, sairá, consequentemente, uma geração revo­lucionária. Assim se nota o empenho que tem o Libera­lismo em dar vazão a todo excesso de imorali­dade. Ele sabe muito bem para que lhe serve a corrupção dos costumes. É o seu princi­pal apóstolo e propagandista"(R. Pe. Félix Sardá y Salvany, "El Liberalismo es Pecado", Caps. II, XX­XII, pp. 19 e 131, Novena Edición, Madrid, 1936).


Eis a Palavra de Ordem da Maçonaria:
Corromper, para Destruir
a Igreja Católica

"O nosso fim principal é o de Voltaire e da Revolução Francesa: o ani­quilamento perpétuo do Catolicismo e até da idéia cristã, que, no caso de permane­cer de pé sobre as ruí­nas de Roma, viria perpetuar-se mais adiante...

O trabalho que vamos empreender não é obra de um dia, nem de um mês ou um ano: pode durar muitos anos, um século talvez; mas, em nossas fileiras, morre o soldado e o com­bate continua...

Queremos nesta Instrução, que ficará secreta para os simples iniciados, dar aos pre­postos da Alta Venda conselhos que eles deverão transmitir à universidade dos irmãos, sob a forma de doutrina ou memorandum...

À mocidade é que devemos dirigir-nos, a ela é que devemos sedu­zir, sem que isso desconfie, sob o estandarte das Sociedades Secre­tas...

Deixai de lado a velhice e a idade madura: ide à mocidade, e, se possível for, até à in­fância...

O (sonho) das Sociedades Secretas realizar-se-á por uma razão muito simples porque funda-se nas paixões humanas. Não desanimeis, pois, com uma derrota, revés ou contratem­po: preparemos as nossas armas no silêncio das Vendas; assentemos as nossas baterias; li­sonjeemos todas as paixões, tanto as mais perversas, como as mais ge­nerosas, e tudo nos induz a crer que este plano será bem sucedido algum dia, mesmo além de nossos cálculos os mais improváveis. (A data deste Documento é de 1819).

O essencial é isolar o homem de sua família, fazer-lhe perder os costumes dela... de­pois de o separardes da mulher e dos filhos, e de lhe mostrardes quanto são penosos todos os deveres, inculcar-lhe-eis o desejo de outra existência...

Precisamos descatolizar o mundo... A revolução na Igreja é a re­volução em perma­nência... Conspiremos só contra Roma: para isso, sirvamo-nos de todos os incidentes, ponhamos a proveito todas as eventualidades. (A data desta Carta, de um ju­deu [Piccolo-Tigre], é de 18 de Ja­neiro de 1822).

O Catolicismo não tem mais medo de um estilete bem afiado do que a Monar­quia; mas es­tas duas bases da Ordem Social podem ruir sob a corrupção; nunca nos can­semos, pois, de cor­romper. Tertuliano dizia, com razão, que o Sangue dos Mártires ge­rava cristãos. Está decidido nos nossos Conselhos que nós não queremos mais cris­tãos: não fa­çamos, pois, Mártires, mas populari­zemos o vício nas multidões. Respi­rem-no elas pelos cinco sentidos, saturem-se dele; e esta terra, onde o Aretino se­meou, está sempre disposta a receber lúbricos ensinamentos. Fazei corações vicio­sos, e já não tereis católicos. Afastai o Padre do trabalho, do Altar e da Virtude; pro­curai jeitosamente ocupar em outra coisa seus pensamentos e suas horas. Tornai-o ocioso, glutão e patriota, e ele se tornará ambicioso, intrigante e perverso.

É a corrupção em grande escala que havemos empreendido, a cor­rupção do povo pelo Clero e do Clero por nós, a corrupção que deve conduzir-nos a pôr, um dia, a Igreja no túmulo. Ultimamente eu ouvia um amigo nosso rir de maneira filosó­fica dos nossos projetos e dizer: 'Para abater o Catolicismo é preciso começar suprimin­do a mulher'. A palavra é verdadeira; mas, já que não podemos suprimir a mu­lher, corrompemo-la com a Igreja. Cor­ruptio optimi pessima. O objetivo é bastante belo para tentar homens tais como nós. Não nos afastemos dele por algumas mí­seras satisfações de vingança pessoal. O melhor pu­nhal para ferir a Igreja no cora­ção é a corrup­ção. Mãos à obra, pois, até o fim! (Esta Carta, datada de 9 de Agosto de 1838, foi escrita por "Vindi­ce", de Castellamare, e dirigida a "Nubius", chefe da Alta Venda).

É preciso que a França imprima o seu cunho a essa orgia univer­sal; esteja bem con­vencido de que Paris não faltará à sua missão. Dado e recebido o impulso, para onde irá esta pobre Euro­pa?

Nós nos extremamos em muita coisa. Tiramos ao povo todos os deuses do Céu e da ter­ra que lhe tinham a homenagem. Arrancamos-lhe a sua Fé religiosa, a sua fé mo­nárquica, a sua probi­dade, as suas virtudes de famílias; e agora, que ouvimos ao longe os seus surdos rugidos, trememos, pois o monstro pode devorar-nos. Aos poucos despo­jamo-lo de todo sentimento ho­nesto: ele será sem misericórdia... O mundo está lançado na encosta da Democracia, e, des­de algum tempo, para mim, Democracia quer sempre dizer Demagogia. (Esta Carta, datada de 13 de Janeiro de 1844, é de "Gaeta­no", que se dirige a "Nubius")"(Instruções Secretas e Per­manentes da Suprema Alta Venda dos Carbonários; cfr. Crétineau-Joly, "L'Eglise Romaine en face de la Révolution; cfr. Mgr. Henri Delassus, "La Conjuration Antichrétienne, Tom. III; cfr. R. Pe. Fr. Dr. Boa­ventura Kloppenburg, O.F.M., "A Maçonaria no Brasil", Vozes em Defesa da Fé, Estudo nº 5, Apêndice II "Documentos da Alta Venda", pp. 304-316, 4ª edição, Ed. Vozes, 1961).


Fragmentos do Código do Anticristo

"Vê-de esses animais embriagados com aguardente, imbecilizados pelo álcool, a quem o direito de beber sem limites foi dado ao mesmo tempo que a liberdade. Não podemos permitir que os nossos se degradem a esse ponto... Os povos cristãos estão sendo embru­tecidos pelas bebidas alcoólicas; sua juventude está embrutecida pelos estudos clássicos e pela devassi­dão preco­ce a que a impelem nossos agentes, professores, criados, governantes de casas ricas, caixei­ros, mulheres pú­blicas nos lugares onde os cristãos se diver­tem. No número das últimas, in­cluo também as mulheres da alta roda, que imitam de boa vontade a devas­sidão e o luxo das perdidas... (Cap. I).

... Eis porque é preciso que destruamos a Fé, que arranquemos do espírito dos cris­tãos o próprio princípio da Divindade e do Espírito, a fim de substituí-lo pelos cálculos e pelas necessi­dades materiais.

Para que os cristãos não tenham tempo de raciocinar e observar, é necessário dis­traí-los pela indústria e pelo comércio... (Cap. IV).

Para arruinar a indústria dos cristãos, desenvolveremos a especulação e o gosto do luxo, desse luxo que tudo devora. Faremos subir os salários, que, entretanto, não tra­rão pro­veito aos operários, porque faremos, ao mesmo tempo, o encarecimento dos gêneros de primei­ra necessidade, devido, como apregoaremos, à decadência da agricultura e da pecuária; ade­mais, habilmente e pro­fundamente subverteremos as fontes de produção, habituando os operári­os à anarquia e às bebidas alcoólicas, recorrendo a todas as medidas possí­veis para afastar da terra os cristãos inteligen­tes... (Cap. VI).

Mistificamos, embrutecemos e corrompemos a mocidade cristã por meio de uma edu­cação fundada em princípios e teorias que sabe­mos falsos e que são inspirados por nós... (Cap. IX).

A fim de que (as massas) nada consigam pela reflexão, nós as desvia­remos pelos jo­gos, pelas diversões, pelas paixões, pelas casas do po­vo... Em breve, proporemos pela im­prensa concursos de arte, de espor­te, de toda a espécie: esses interesses alongarão definiti­vamente os es­píritos das questões em que teríamos de lutar com eles. Desabituando-se os ho­mens cada vez mais de pensar por si, acabarão por falar unani­memente de nos­sas idéi­as, por­que seremos os únicos que proporemos novos rumos ao pensamento... por inter­médio de pes­soas que não se suspeite sejam solidárias conosco... (Cap. XIII).

Nos países que se denominam avançados, criamos uma literatura louca, suja, abomi­nável. Estimule-mo-la ainda algum tempo após nossa chegada ao poder, a fim de bem fazer ressaltar o contraste de nossos discursos e programas com essas torpezas... (Cap. XIV).

Já tomamos as providências para desacreditar a classe dos Padres Cristãos, desorga­nizando, assim, sua missão, que, atualmente, poderia atrapalhar-nos bastante. Sua influência sobre os povos míngua dia-a-dia. Por toda a parte foi procla­mada a liberdade de consciência. Por conseguinte, somente certo número de anos nos separa ainda da completa ruína da Reli­gião Cristã: acabaremos mais facilmente as outras religiões, porém ainda é muito cedo para falar disso. Poremos o clericalismo e os clericais num âmbito tão estreito que sua influência será nula em comparação à que outrora tiveram... (Cap. XVII).

Para que os povos se habituem à obediência, é necessário habi­tuá-los à modéstia, di­minuindo, por conseguinte, a produção dos obje­tos de luxo. Assim, melhoraremos os costu­mes corrompidos pela rivali­dade do luxo... A embriagues será também proibida por lei e puni­da como crime contra a humanidade, porque ela transforma os homens em bestas sob a in­fluência do álcool... (Cap. XXIII)"("Veliko­re w Malom i Antich­rist Kak bliskaya politicreskaya vozmoj­nost − O Gran­de no Pequeno e o Anti­cristo como possibili­dade po­lítica imediata", São Petesburgo, 1902).


China: Directrices Secretas para destruir el Catolicismo

"... He aquí por qué siguiendo las directivas de jefes del Partido nuestros camaradas de­ben encontrar el medio de penetarar en el corazón mismo de cada Iglesia, ponerse al servicio de la nueva organización de la policía secreta, desplegar una gran actividad en el seno de todas las actividades aclesiásticas, poner en marcha un ataque de gran embergadura, comprometerse a fondo, incluso soli­citar para ello la ayuda de Dios, y para lograr formar un frente único, ser­virse del gran encanto y de la fuerza seductora del sexo femenino.

... 9º ─ Todo camarada debe haber comprendido a fondo que la Igle­sia Católica debe ser golpeada y destruida desde los cimientos hasta la cumbre. En cuanto al Protestantismo, que comete el error de seguir una política de COEXISTENCIA, es preciso impedir que haga nue­vas con­quistas, pero podemos dejarle morir con su muerte natural (Orden secreta del 12 de febrero de 1957, saliendo del Buró nº 106)(Dr. D. Benjamín Martín Sánchez, "Los últimos tiempos" − Profecías pú­blicas y privadas, pp. 84-87, 2ª edición, Ediciones Monte Casino, Zamora, 1971).


A Moral da Maçonaria

"A crer nas numerosas declarações oficiais, a finalidade da Maçonaria seria 'o estudo e a prática da Moral'. Que Moral? A 'Moral Universal'! Responde o segundo Land­mark. E em que consiste esta pomposa 'moral universal'? O já citado Syllabus Maçônico é explícito: 'A moral da Maçonaria não está ligada a nenhuma crença religiosa ou seita filosófica...'; 'não procura a Maçonaria as origens das idéias do dever, do bem, do mal e da justiça nem em pretensas revelações divinas, nem nas concep­ções da metafísica'.

Fonte: Acessar o ensaio "Reminiscência sobre a Modéstia no Vestir" no link "Meus Documentos - Lista de Livros".



 
 "Satanás é aquele anjo suficientemente orgulhoso para acreditar que era Deus; corajoso o suficiente para comprar a sua independência ao preço da eterna tortura e eterno sofrimento; belo o suficiente para ter adorado a si próprio em divina luz; forte o suficiente para ainda reinar na escuridão em meio à agonia, e para ter feito um trono para si próprio desta pira inextinguível" (Eliphas Levi; 1860, Histoire de La Magie, páginas 16,17)




 
"Para vocês, Soberanos Grandes Inspetores Gerais, nós dizemos isto, que vocês podem repetir para os irmãos dos graus 32, 31 e 30: A Religião Maçônica deve ser, por todos nós iniciados dos altos níveis, mantida na pureza da Doutrina Luciferiana"; "Sim, Lúcifer é Deus..."; "E a verdadeira e pura religião filosófica é a crença em Lúcifer, o igual de Adonai; Mas Lúcifer, Deus da luz e Deus do bem, está lutando pela humanidade contra Adonai, o Deus da escuridão e do mal." (Instructions to the 23 Supreme Councils of the World, Albert Pike, Grand Commander, Sovereign Pontiff of Universal Freemasonry, July 14, 1889)



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